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Costuma-se descrever a Argentina como o país da América Latina com a maior comunidade de descendentes de tchecos e eslovacos. No Chaco — sobretudo nos arredores de Presidencia Roque Sáenz Peña —, a diáspora não é apenas uma origem familiar: é um ecossistema vivo de clubes, escolas, tradições de ajuda mútua, projetos de memória e laços sociais do dia a dia. Este artigo explica, de forma acessível e com base em fontes, como essas associações funcionam como uma «infrastrutura» capaz de manter unidas a identidade, a língua e a vida comunitária ao longo das gerações.
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